foi convocado pra lutar, já fez as malas pra partir.
levou o violão, armas e munição.. no coração vontade de vencer.
levou o violão, armas e munição.. no coração vontade de vencer.
e ela que sempre se guardou pedindo a Deus um grande amor, ouviu alguém falar que era pra adotar um soldado daquela guerra..
e no campo de batalha se ouve ratatata, quanto mais o tempo passa mais se ouve ratatata.
corpos ao chão, e o coração do soldado em pedaços, sozinho..
ajoelhado orou ao céu pedindo a Deus por proteção. naquele mesmo instante, alguém de tão distante
lhe escreveu dizendo assim:
ajoelhado orou ao céu pedindo a Deus por proteção. naquele mesmo instante, alguém de tão distante
lhe escreveu dizendo assim:
" pode até ser tempo de chorar, mas amanhã o sol vai brilhar .. Deus é contigo! "
o tempo passou, a carta chegou.. desanimado ele abriu, leu e entendeu que do fraco Deus faz forte. com o coração fortalecido, o soldado no ato heróico se deu e fez de escudo a própria vida, pra salvar alguém, fazer o bem..
ela nem sabe o que ocorreu, nem quantas cartas escreveu..
foi quando alguém falou que o soldado voltou, agora um herói de guerra!
o tempo de dor ele jurou viver pra conhecer a dona do papel, que transformou em céu, o inferno que era ali.
e no peito do soldado só se ouve ratatata, ela corre pro hospital e dentro dela ratatata..
olhos nos olhos, lágrimas e dois sorrisos, um abraço apertado.
quase sem voz ele contou, que aquela carta lhe salvou. cumpriu sua missão com força e paixão
e sua medalha era dela! ela também lhe confessou, sonhou com aquela cena do hospital,
que esse era o sinal, que era tempo de amar.
olhos nos olhos, lágrimas e dois sorrisos, um abraço apertado.
quase sem voz ele contou, que aquela carta lhe salvou. cumpriu sua missão com força e paixão
e sua medalha era dela! ela também lhe confessou, sonhou com aquela cena do hospital,
que esse era o sinal, que era tempo de amar.
corações apaixonados só se ouve ratatata, mas o peito do soldado não aguenta tanto ratatata..